quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Jazz do medo! (Não venha)


A saudade me consome
De codinome inexistente 
É insistente esse perfume
Que de amor, morre de fome

Coração - se sala vazia - síndrome
Cabe a paixão, abaixar o volume
Sem deixar ecoar, ela é o pronome
A poesia, da música morre de ciúme

Se alimenta de madrugada
Viva esse zumbi insone
Na alvorada das almas penadas
...de internet, computadores e smartphones


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